Suécia não trata deputados como marajás e ensina como faz

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A Suécia, um dos 15 países mais ricos do mundo, dá uma lição às nações que gastam rios de dinheiro para dar mordomia a deputados e senadores.

Os deputados de lá moram em apartamentos minúsculos de 18 a 40 m².

Eles não têm conforto nem hidromassagem… e ainda dormem em sofá-cama.

As moradias dos parlamentares suecos não têm sequer máquina de lavar. Eles precisam marcar hora na lavanderia coletiva do bloco para lavar roupa suja.

As cozinhas também são comunitárias, sem direito a qualquer empregado.

E todos têm de seguir uma regra básica: deixar tudo limpo depois de usar.

Ah, nada de despesas de TV a cabo, telefone ou manutenção à custa do contribuinte!

O salário deles é de aproximadamente R$ 22 mil (62 mil coroas suecas).

Se o parlamentar que não quiser morar em apartamento ou quitinete funcional pode alugar um imóvel por conta própria e cobrar do Parlamento o ressarcimento de até 8 mil coroas suecas (cerca de R$ 2,8 mil) para custear a locação.

Detalhe: se o deputado quiser levar outras pessoas para morar com ele, elas terão de arcar com metade do valor do aluguel.

O Parlamento sueco é unicameral (não tem Senado). Tem 349 parlamentares eleitos para mandato de quatro anos, que representam uma população de 10 milhões de habitantes.

As informações são da jornalista brasileira Claudia Wallin, que mora no país escandinavo há dez anos, autora do livro Um país sem excelências e mordomias e do site Cartas da Suécia.

#AprendeBrasil

No Brasil deputados e senadores têm salário de R$ 33,7 mil, moram – sem pagar – em apartamentos de 225 m², têm móveis e assessores à vontade, além de todas as despesas pagas.

É possível reduzir tanta mordomia, ou não é?

Com a palavra a Suécia!

Com informações do CongressoEmFoco

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